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POEMAS E RECADOS

poemas e textos editados e inéditos de JOÃO LUÍS DIAS

POEMAS E RECADOS

poemas e textos editados e inéditos de JOÃO LUÍS DIAS

Espantalho

 

CRUCIFIQUEI O MACACO, MAS OS PASSARINHOS PENSAM QUE ELE APROVEITA PARA BRONZEAR ENQUANTO GUARDA OS MORANGOS E ALFACES, GUARDANDO, NA DÚVIDA, A DEVIDA DISTÂNCIA...

 


 

 

(Foto colhida no meu quintal)

 

Burro

 

BURRO 

 

Este (burro mesmo), que se proteja para sempre
Dedico-lhe, com afecto (sem acordo ortográfico, claro!)

 

 

 

NO GERÊS - TAXAS PARA ANDAR A PÉ

 

 

 

 

DE ACORDO COM O NOVO REGULAMENTO DAS ÁREAS PROTEGIDAS, UMA CAMINHADA PELO PARQUE DO GERÊS É TAXADA EM 152 € E TERÁ DE SER LICENCIADA COM 4O DIAS DE ANTECEDÊNCIA.

PARAR O AUTOMÓVEL PARA COLHER UMA SIMPLES FOTO PODERÁ INCORRER NUMA COIMA DE 200 €.

A SEGUIR IRÃO COBRAR O AR, TALVEZ!

 


Um Poema Enorme

 

QUERIA, E AINDA UM DIA ESCREVEREI, UM POEMA ENORME!...


 

Agradeço ao Alberto Pereira a formatação. Curiosa a junção de uma fotógrafa chinesa, de uma melodia composta por um russo, executada por um norte-americano e um poema português.
Bonito mesmo!

Longe

 

OUÇO ESTE POEMA, ESTA MELODIA, ESTA VOZ - TUDO DE PEDRO BARROSO - E SEI BEM POR QUE ME DEVO ORGULHAR POR PODER TER ESCRITO PARA ELE UMA CANÇÃO DO SEU ÚLTIMO CD!
OUÇAM COM OUVIDOS DE OUVIR E SENTIR...
 
 
 
Diga quem souber: QUEM OUVIU ALGUMA VEZ ESTA CANÇÃO PASSAR NUMA RÁDIO OU NUMA TV?! E O FACTO DE AGORA LEVAREM AO TOP O ÚLTIMO CD "CANTOS DA PAIXÃO E DA REVOLTA" NÃO OS PERDOA. POR ESTA E POR OUTRAS ANDAMOS HOJE HUMILHADOS PELO MUNDO. TEMOS GENTE DE VALOR E ISSO PARECE ASSUSTAR!...

 

 

João Luís Dias / Pedro Barroso

 

IN NOMINAE

Dei comigo 
ao vidro baço e lento da janela 
no palpebrar cadente e moreno 
dos teus olhos. 
A noite é apenas noite 
e o silêncio mudo 
e apenas se ouve o sussurro 
dos versos que te chamam… 
em nome de tudo 
e de todos os que ainda amam. 
E o sorriso foi dormir antes de mim 
querendo-me a cama morna. 
Se ausente te sei 
mesmo que só um pouco 
todo eu parto de mim 
para regressar-te nos meus braços 
louco
até que acorde de tudo o que sonhei 
nos beijos esquivos que me chamam 
e me sinta poeta do sentir… 
eu que nada sei 
em nome de tudo e todos 
os que ainda amam

 

João Luís Dias / Pedro Barroso

 

*

 

‎*
Provei a última lágrima 
quando descia morna, mas ainda acesa 
pelo teu rosto
Provei o último beijo 
que vertestes dos lábios
já arrefecido, mas ainda doce 
e temperado de açucenas
Olhei o teu sorriso húmido
já menos sorriso
mas ainda lindo, tão lindo
como a Primavera que me mostrastes 
numa manhã de cores…

» adaptado

 

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