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POEMAS E RECADOS

poemas e textos editados e inéditos de JOÃO LUÍS DIAS

POEMAS E RECADOS

poemas e textos editados e inéditos de JOÃO LUÍS DIAS

QUE SORTE A MINHA!

 

Sou republicano por convicção e dos grandes elogios que recebi, enquanto autor, destaco o do monarca D. Duarte de Bragança. Sou católico, mau praticante, confesso, e fui enaltecido pelo Bispo Emérito de Setúbal D. Manuel Martins e apreciado todos os dias pelo pároco da minha freguesia, Padre Almerindo Costa. Sou, desde que me lembro destas coisas de ideais políticos, socialista... e o actual político que mais considero e estimo é o social-democrata Miguel Macedo. Sou um poeta menor e o autor e compositor que mais admiro, Pedro Barroso, musicou e canta, em exceção, um poema de minha autoria. Trabalho há mais de 25 anos num serviço público da minha terra e raramente os utentes, mesmo os conterrâneos, me tratam por “tu”, por excesso de respeito, acho eu. Escrevi centenas de poemas e outras tantas crónicas, publicados em vários livros e jornais e ainda hoje sinto que, quando quero escrever, me sobram os dedos e mingam as palavras.

Sendo eu um sportinguista de coração, cedi ao pedido do Dinis, quando este me pediu um equipamento completo do Porto e do Benfica.

Fui, talvez, e desde criança, o amigo mais próximo e durante mais tempo do atual presidente do município do meu concelho e a rua onde moro foi asfaltada no seu mandato, em parte, ficando a parte à entrada da minha casa por asfaltar, à espera dum melhor conforto financeiro dos cofres do município, explicou-me, com deferência, o amigo de infância e autarca. Pela minha terra, de que gosto muito e que nunca dela me desprendi e nunca nada lhe pedi, só não roubei e matei, de resto acho que fiz de tudo… Sou ou não sou um sortudo, mesmo assim?! E não confundam o vento com a velocidade (passo a expressão), porque isto não é o que possa parecer; é, tão só, o que me parece.