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POEMAS E RECADOS

poemas e textos editados e inéditos de JOÃO LUÍS DIAS

POEMAS E RECADOS

poemas e textos editados e inéditos de JOÃO LUÍS DIAS

O grande amigo António

 

"Caro e eterno companheiro, boa tarde!

Pois é, aqui vai uma proposta de livro a publicar pela CALIDUM.

No fundo são 7 contos de Natal, ilustrados por 3 Pintores Brasileiros, que a partir das minhas histórias puderam livremente, dar asas à sua imaginação.

 A “ideia” é que a pintura/Ilustração ocupe uma página inteira e assim “prepare o terreno” ao leitor e também o desperte para o conto.

Entretanto formalizei à Direcção da ACREDITAR a intenção de publicar o livro de forma 100% benemérita (Lançamento benemérito e ainda posterior venda do livro nas “bancadas” da Associação), pois não sei se a “minha escrita” está em consonância com os princípios e sensibilidade da Associação (dentro de uma semana terei a resposta).

Refira-se que como se tratam de contos “tristes e trágicos”, começo a pensar se fazem sentido publicar a favor. Enfim, não sei… o que achas? Vou esperar a resposta da Presidente.

Entretanto apenas quero que percas algum tempo e leias o projecto do Livro de Contos.

Como imaginas tudo o que quero é que sejas o “João Luís” de sempre. Ou seja se não tiver qualidade DIZ-ME, pois respeito demais o trabalho da CALIDUM para me pôr em bicos dos pés. Não é o meu ADN, nem o meu feitio.

Depois ainda temos a eventual publicação, que não sei se seria ainda possível da V.  parte?

Enfim.

Espero a tua resposta.

1 Abraço.”

 

 

Nota:

O autor desta carta, que me foi dirigida enquanto responsável de uma associação/editora, é daqueles amigos grandes. Daqueles que sabemos nos dariam a camisa se o frio nos doesse no peito. Pois, este, é um amigo assim, a sério! Mas que eu não lhe fui o amigo, nem tão pouco o “João Luís de sempre” - que ele me lembrou!

Não sei o que te peça, meu amigo, mas desculpa não; seria pedir-te de menos!

Os teus contos, magistralmente desenhados, foram-me “fortes” demais, para que eu te assinasse um texto que, temi, lhe fosse de menos!

Mas as forças voltam, e os teus contos nunca me passarão à história. Te garanto!...

Um abraço, ou muitos

 

Sei que gostas deste poema, e ele para ti serve, também, como uma luva, António...


 

 

João Luís

  

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